It hurts…

Love-Hurts-19

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Se soubesses…

“Se soubesses o quanto eu gosto de ti..
Se soubesses como me incomoda este silêncio…
Se soubesses como a tua ausência me faz querer ter-te…
Se soubesses quanto tempo passas no meu pensamento…
Se soubesses o quanto eu queria que estivesses mais perto…
Se soubesses como esta dor cá dentro me tira todo o sorriso…
Se soubesses todas as coisas que não tenho coragem para te dizer…
Se soubesses quantas vezes acordei a sorrir por ter sonhado contigo…
Se soubesses como um simples sorriso teu faz os meus olhos brilhar…
Se soubesses como eu gostava de te poder dizer tudo aquilo que sinto por ti…
Se soubesses o quanto me custa saber que podes “pertencer” a outra pessoa…
Se soubesses tudo isto e muito mais… O que mudaria? Nada…”

– Autor Desconhecido –

Schizophrenia

Não, não quero que o faças! Podias ouvir-me de vez em quando! Não, não faço ideia se te faria bem ou mal! Até porque não estou a falar disso… Nesse campo, é inútil conversarmos que não vamos chegar a um consenso. Tens a tua opinião e eu tenho a minha. Aliás, acho que a certo ponto não fazemos ideia que opinião temos. Não fales. Isso é pior. Digo isso porque continuas a queixar-te e nada muda. Na maioria das vezes o silêncio é precioso! Outra vez essa história de não quereres estar sozinho. Irra, mas afinal o que sou eu para ti? Pois, bem sei… Sabes que quando me perderes vai ser tarde. Não, não é a ele! É a mim, perderes-me a mim! Pois, bem sei que não me queres, prefere-lo a ele. Mesmo que te diga as maiores barbaridades do mundo e te faça sentir um zero, tu prefere-lo a ele. Afinal que Paixão tão desmedida é essa que perferes ao invés da minha. A minha Paixão, aquela que te faz sentido de viver, que te faz respirar, aquela que faz com que andes todos os dias e funciones. Já te lembraste que só funcionamos em conjunto? É difícil pegar neste barco sozinho! Esta relação assim não resulta, se eu tento puxar para cima e no fim tu preferes sempre puxar para baixo, vamos acabar mal. Uau… Adoro que ponhas em causa os meus sonhos só porque perdeste os teus. Não, directamente não tens culpa, por outro lado, foram escolhas tuas. O teu problema é que ouves demais os outros. Nunca quiseste ser tu próprio, e por tua causa estou aqui fechado aos anos! Eu também me canso sabias?! O teu problema é nunca quereres saber. Fazes sempre o que te dá na telha e eu depois tenho que resolver tudo! Um dia vou-me cansar… Espero que não seja tarde demais para ti…

Gosto de ti, e então?

“O amor também é uma coisa estranha. O amor forte raramente é fácil. Faz-nos muitas vezes dar voltas que nunca pensámos. Coloca-nos em caminhos que não achámos possíveis. Sinuosos e difíceis de percorrer. Faz-nos, muitas vezes, ter medo do que vem a seguir. Faz-nos pensar e questionar muito daquilo que tínhamos como adquirido. Faz-nos tomar decisões que não entendemos. E que, até, nem queremos.

O amor também é uma coisa estranha. Muitas vezes difícil. Rodeado de interrogações. Pejado de medos e fantasmas. De muros que não deixamos desconstruir. De bagagens de tempos passados, carregadas de falhanços acumulados.

Mas não tem de ser. O amor não tem de ser um drama. Não tem de doer. Não tem de fazer sofrer por antecipação. Não tem de ter todas as respostas. O amor tem de ser a segurança do hoje, com a esperança do amanhã. Tem de ser o querer decidido. A paixão urgente. O beijo ardente. O abraço carente.

O amor é hoje. Não vale cruzar os braços e aguardar que passe.
O amor é hoje. E não vale condenar o presente com medo de não saber de cor o futuro.”

– Rita Leston –

Aquele momento…

Aquele momento em que nada importa senão a culpa do teu passado.
Aquele momento em que foste um cobarde.
Aquele momento em que não quiseste arriscar.
Aquele momento em que perdeste por quereres ter tudo.
Aquele momento em que olhas para trás.
Aquele momento em que pensas que podia ter sido diferente.
Aquele momento em que te culpas por ter sido assim.
Aquele momento em que te odeias como nunca.
Aquele momento em que vives preso ao que podia ter sido.
Aquele momento em que nada te vai conseguir tirar desse sítio negro.
Aquele momento que não chega.
Aquele momento que não chegará.
Aquele momento em que choras.
Aquele momento em que fechas os olhos.
Aquele momento em que adormeces.
Aquele momento em que acordas, abres os olhos, e repetes o ciclo.

Untitled Shit…

É engraçado, sem ter graça nenhuma, como conseguimos ser tão irrelevantes, tão pequenos, tão pouco em controlo.
Sonha!
Ama!
Sorri!
Aproveita!
Vive!
A vida é tão curta!
Ainda mais engraçado como estas palavras conseguem significar um belo monte de merda na tua cabeça. Chegas a um ponto em que a única coisa que te mantém a respirar são as já poucas ligações que vais mantendo, são elas que te lembram que vales a pena, mesmo quando tu próprio não o reconheces e apenas o dizes para te convenceres a ti próprio disso mesmo…
Se desaparecesses? Não mais bastaria que um mês para caíres no esquecimento.
Mas percebo… De que vale tanto esforço se no fim é igual para todos? Mesmo que a tua mãe chore por ti todos os dias, quando ela morrer tu continuas a não valer nada.
Epah, desculpa lá se estou a ser muito bruto… Mas não esperes absolutamente outra coisa de quem te rodeia. Cada um por si, meu caro!
Ah dói?
Pois dói.
Aguenta-te!
Sim, eu sei… Chegas a nem ter vontade de acordar… Quando ouves o despertador tomas a consciência que não há nada no teu dia, nem no dia a seguir, nem no seguinte, que te faça querer levantar. Que não tens objectivos já eu sei. Até aqueles sonhos tão lindos de ajudar os outros já não passam de memórias que cada vez que pensas nelas só te relembra a pouca vontade que tens de lutar por ti. Também sei disso.
Deixa-me tão triste esta pessoa que te tornaste.
Já foste um lutador, sabias?
Bem me lembro quando a paixão e o amor para ti eram um apenas e uma realidade tão real como respirar. Ah, e o sexo era irrelativo. Agora, achas que só te podes apaixonar por romances sufocantes, sexo é quase necessidade, e amar tornou-se tão real como existirem vacas que em vez de leite dão vodka…
Quem és tu afinal?
Olha bem para ti…
Diz-me…
Onde está a paixão que tinhas em ti?
Aquela paixão pela vida em geral?
Onde está aquele amor genuíno pelo teu semelhante?
Estou aqui!
Olha ao menos para mim! Porra!
Ou não olhes então… Deixa-te ficar nesse vazio.
Deixei de me importar.
Quando quiseres eu estarei aqui… Ou não…
Mas no dia em que eu não estiver aqui… Também já não vais procurar por mim…